RUPI-SE-XIN-FMN-0001
Ave do Xingó
- Região
- Xingó · SE
- Tradição
- Registros em estudo
- Categoria
- —
- Datação
- indeterminadaocupações da região desde c. 9.000 AP · atribuição em estudo
- Técnica
- pintura
- Pigmento e Cores
- Vermelho · ocre
- Interpretação
- Grafismo de ave que se repete em três sítios da região — adotado como marca do Museu de Arqueologia de Xingó.
- Temas
Contexto
Sobre esta figura
Entre os grafismos do Baixo São Francisco, o desenho de uma ave — que lembra um urubu — chamou a atenção dos pesquisadores por se repetir em três sítios diferentes da região. A recorrência levou o MAX, museu da UFS que guarda o acervo do salvamento de Xingó, a adotá-lo como logomarca: um caso raro de figura rupestre que virou identidade institucional.
Hierarquia
Onde ela está
Sítio
Abrigos da Fazenda Mundo Novo
Cinco sítios de arte rupestre registrados pela UFS em área de caatinga preservada à borda do cânion do São Francisco, com trilha de arqueologia aberta à visitação.
Ver sítio →RegiãoXingó · SE
Os cânions do Baixo São Francisco, entre Sergipe e Alagoas, onde o salvamento arqueológico da UHE Xingó (1988–1994) revelou ocupações de c. 9.000 anos e abrigos com pinturas e gravuras.
Ver região →Mesma tradição
Figuras relacionadas
Fontes
Referências
- VERGNE, M. C. S.. Arqueologia do Baixo São Francisco: estruturas funerárias do sítio Justino. Doutorado em Arqueologia · MAE-USP, 2004.tese
- SOUZA, V. S.. Particularidades e semelhanças do registro rupestre da Fazenda Mundo Novo em Canindé do São Francisco-SE. Mestrado em Arqueologia · UFS, 2013.tese